quinta-feira, 29 de maio de 2008

Deixar o menino jogar ou não?

Trabalhar os jogos simbólicos e lúdicos desperta a inteligência e a aprendizagem. Essa temática é muito defendida no processo de desenvolvimento cognitivo da criança. Segundo Steven Johnson os jogos têm potencial intelectual e são estimuladores como forma de estratégias elaborada na solução de problemas. Mas existe uma polemica no ciberespaço analisando essa temática e vendo a apropriação do computador pela criança cria se a duvida deixar ou não jogar no computador? O jogo estimula a violência? A criança que fica muitas horas jogando tem aproveitamento ruim na escola? Para Steven Johnson os jogos no computador são diferentes maneiras de desenvolvimento cognitivo, ele cita o estudo de matemática, por exemplo, ao longo da educação básica é exercício complexo e poucos alunos utilizarao em suas vidas depois dos estudos, mas são aplicados porque estimulam a memória. Assim, são os jogos na rede, através de um software livre, onde a participação das diferentes pessoas em desenvolver soluções para os problemas de diferentes jogos. Então, ver essa nova forma de desenvolver potencialidades cognitivas é uma questão cultural. As idéias preconcebidas interferem na aceitação, pelos pais principalmente, desse real, atual e virtual processo de desenvolvimento intelectual. Cabe aos pais selecionar os jogos adequados às idades da criança, assim como conteúdos, combinar horários para uso do computador, assim como para fazer dever de casa e outras coisas mais. Quanto à sala de aula, a idéia de professor palestrante, detentor do saber não atrai mais a atenção da criançada. O professor deve criar um espaço onde a turma seja estimulada a desenvolver e buscar o conhecimento através de produções, sempre na interação professor orientando, questionando junto com os alunos.

domingo, 13 de abril de 2008

Inclusão Digital (Infoinclusão)

Segundo o PANORAMA BRASILEIRO DE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E SOCIEDADE, “Inclusão digital é o “processo de alfabetização tecnológica e acesso a recursos tecnológicos, no qual estão inclusas as iniciativas para a divulgação da Sociedade da Informação entre as clas­ses menos favorecidas, impulsionadas tanto pelo governo como por iniciativas de caráter não governamental”.”
Entender a inclusão digital diferentemente do proposto pelo panorama citado, é imprescindível para promover de fato a inclusão digital e social do cidadão, a formação do professor para essa iniciativa inclusiva, torna-se necessária, uma vez que o discente é o provocador, mediador da construção do conhecimento. Então, como é que apenas sendo alfabetizado digitalmente, esse educador irá contribuir com o conhecimento exigido na contemporaneidade? Se o modelo hegemônico, capitalista vende sua idéia de inclusão digital apenas como “navegante’ deste sistema. E a política publica pouco favorece o acesso e conhecimento dessa inclusão, entender, portanto que o momento é favorável para a penetração no sistema e uma vez instituído, modificar-lo, ou seja, o professor é dono do seu espaço de aula. Cabe a ele transmitir, reproduzir e ou construir conhecimento.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Software livre

O avanço das tecnologias contribuiu para mudanças significativas no atual contexto histórico. A contemporaneidade exige interação com essas tecnologias, o computador, mais precisamente a internet. Assim, essa transição ao complexo (e muito questionado) sistema da informação, cria uma expectativa animadora a seu favor. Para isso, tentar entender essa complexidade torna-se relevante para melhor uso e aproveitamento da rede de navegação.
Farei algumas considerações a cerca da temática software livre
Os softwares são programações de linguagem codificadas. Existem o código fonte e o binário. O código fonte é inteligível pelo homem passa pelo processo compilação, então, depois dessa modificação somente à máquina fará a leitura pelo código binário.
O software livre recebe os dois códigos, onde podem ser feitas modificações no código fonte, permitindo a liberdade de uso, estudo, alteração e (re )distribuição, agora sim, esse e um programa livre. Enquanto que o software proprietário restringe a leitura do código fonte. Com a boa perspectiva do avanço tecnológico, o mercado capitalista abraça essa idéia, então esconde o segredo dos códigos fontes, passando a vender os software, mas sem os códigos fontes. Para se ter acesso a esse software, somente através da licença copyright © e com valor caro. Ficando assim, comercializado esse novo conhecimento de informação. Vale lembrar que todos os softwares são licenciados, mas a forma de contrato é diferente, no software livre, o direito a copia é feito pelo copyleft, podendo usar as quatro liberdades, também, existe o creative commons muito difundido pelo mundo artístico. Não esquecendo do programa gerador do software livre, o GNU GPL, onde sua licença era que a pessoa que usufruísse desses direitos passasse para outras pessoas os mesmos direitos dos quais usufruiu. Esse programa surgiu a partir de reações pequenas de hackers, (são pessoa comprometidas, defensoras da cooperação e disseminação do conhecimento), ao comercio do saber.

A temática sobre software livre é instigadora, pois desperta o interesse sobre seu uso. Por apresentar uma melhor qualidade e segurança torna-se adaptável as necessidades humanas. Ao fazer uso do software livre, compartilhamos com a construção do saber coletivo e a quebra do monopólio do software proprietário.
Soft é um conjunto de idéias de conhecimentos. Assim, "Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã e trocarmos estas maçãs, então eu e você teremos ainda apenas uma maça. Mas se eu tenho uma idéia e você tem uma idéia, e trocarmos nossas idéias, então cada um de nós terá duas idéias” George B. Shaw. Partindo dessa reflexão, perceber a construção do conhecimento de forma coletiva, faz nos pensarmos em possilibilidades e amplitude do mesmo.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Cibercultura e educação

Segundo Pierre Lévy, falar em educação e cibercultura, faz-se necessário, uma analise da mutação contemporanea da relação com o saber. O autor defende tambem que o ciberespaço suporta tecnologias intelectuais que ampliam, exteriorizam e alteram muitas funções cognitivas humanas: a memória (bancos de dados, hipertextos, fichários digitais [numéricos] de todas as ordens), a imaginação (simulações), a percepção (sensores digitais, telepresença, realidades virtuais), os raciocínios (inteligência artificial, modelização de fenômenos complexos). Essa transição, nos transporta a um mundo veloz e complexo, onde a inteligencia coletiva é valorizada, quebrando o mito da inteligencia reproduzida. O ciberespaço vem destituir o curriculo linear, trasmitido por pedagogias tradicionais. Então, nas instituições educacionais, o docente precisa repensar seu novo papel, agora a educação é feita por uma apredizagem cooperativa, onde todos, aulos e professores e navegadores interegem juntos, potanto, todos aprendem e ensinam suas singularidades.

domingo, 16 de março de 2008

17/03 continuamos com a exploração dos ambientes que serão trabalhados na disciplina.
Personalização dos blogs, exploração do moodle, onde está disponivel a programação da disciplina.
Percebei que no processo de aprendizagem é imprescindivél estar aberto ao novo. Pois a internet é muito veloz e principalmente complexa, o que pode confundir o internauta.

segunda-feira, 3 de março de 2008

03/03/08
Hoje, a discussão foi sobre a práxis pedagógica na sala de aula, embasada no texto da professora Maria Helena Bonila e os videos: mestrado da vida, pós-modernidade e multiculturalismo. Falou-se em globalização e individualismo, levantando neste contexto, a questão da hegemonia, onde na modernidade o poder faz-se pela razão e ciência. No entanto, com a transição do pós-moderno, tem-se a idéia da diversidade, do multiculcuralismo, valorizando a cultura local. Então, está existindo a quebra desse paradigma da reprodução do saber pela construção do mesmo, através dos meios de comunicações, com total relevância a tecnologia da informática, usando a internet como meio desse saber.

domingo, 1 de abril de 2007

Aula 26/03

Inclusão digital

Acesso? Treinamento? Formação?

O discurso hoje em dia, é incluir. O processo de inclusão é uma adequação subordinada. Ta na moda a inclusão social, digital, educacional, sócio-educacional, econômica, ambiental, entre outras. A sociedade vive de acordo com o modelo hegemônico, capitalista o qual dita as regras. As pessoas então, devem se espelhar neste modelo, no caso de não conseguirem ou resistirem, elas são excluídas literalmente.
A inclusão digital é muito mais que acesso as redes, é muito mais que treinamento e formação de pessoas para usarem a rede como utensílio de entretenimento. Atreves d0s software, é possível a partilha do conhecimento, pois existe a liberdade para a criação, para fazer educação e cidadania. O envolvimento de todas as pessoas nos software livre, se da num processo de colaboração, ou seja, juntas as pessoas transformam a informação em conhecimentos.
Esses novos costumes, valores e comportamentos promovem trocas interativas e formação de inteligência coletiva. A horizontalidade nas comunidades virtuais de aprendizagem facilitam as relações intelectuais, sociais e afetivas.